PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO: Já pensou nisso?

Por Nayara Símeas Tomasete

Sócia do Oliveira & Tomasete Advocacia

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A dificuldade das pessoas aceitarem a morte como algo real e certo acaba criando um bloqueio para não fazerem o seu planejamento sucessório.

Às vezes planejam de forma espontânea, sem pensar muito, como quando contratam um seguro de vida. É isso mesmo!

Hoje se fala muito em holding, mas esta é apenas uma das ferramentas.

Testamento, seguro de vida, doação em vida… podem ser meios para:
– evitar litígios futuros;
– consolidar a vontade em vida;
– evitar perda de patrimônio.

Num testamento você pode deliberar não só partilha de bens, mas sobre o destino do seu cadáver, velório, disposição das redes sociais (bens digitais)… dentre outros. Aqui vale a autonomia privada.

Outro instrumento do planejamento é a doação. E saiba que a ideia de que o ascendente deve ter o consentimento dos demais herdeiros para a doação é um engano. De uma forma geral, a doação é considerada antecipação de herança, mas sendo elaborada de forma correta e respeitando a reserva legal, o doador poderá dispensar a colação futura em inventário e ainda estipular cláusulas que garantam o usufruto vitalício e proteção desse bem doado.

A realização do planejamento sucessório pode ser um meio de garantir vontades e evitar litígios, pense nisso!

E consulte um/a advogado/a especialista para lhe auxiliar com a melhor opção.

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